Atualizado: 25/04/18.

Em Patrocínio dia 25, por volta de 0h20min, a PM durante patrulhamento pelo bairro Nações militares visualizaram E.E.S. de 26 anos transitando pela Avenida Brasil e este ao notar a presença dos militares, demonstrou nervosismo e inquietação. Diante da fundada suspeita, foi procedido a abordagem ao mesmo na Avenida Brasil esquina com a Rua Canadá, e após busca pessoal foi encontrado na boca dele cinco pedras de crack. Em diálogo o autor disse ser usuário de entorpecente e que havia comprado a droga de outro indivíduo, residente em um prédio situado no cruzamento da rua tulipa com a rua papoula, pelo valor de dez reais cada pedra de crack, totalizando cinqüenta reais pelo pagamento dos entorpecentes ora encontrado com ele e que havia dado como pagamento uma cédula de cinqüenta reais que estava danificada, rasgada. Diante do exposto militares deslocaram até a residência de R.V.S. de 36 anos, sendo este abordado e durante as buscas, foi encontrado no bolso da bermuda do lado direito duas pedras de crack. Após uma vistoria no imóvel, foram localizadas 04 pedras de crack próximo à televisão, e o restante dos entorpecentes foram localizados dentro de uma caixa que estava no interior do guarda roupas, sendo 34 pedras de crack, uma pedra bruta e uma outra pedra menor, que se fracionadas renderiam aproximadamente 300 pedras de crack de tamanho comercial, uma pequena porção de crack em farelos, sacos plásticos comumente utilizados para embalar a droga e uma gilette. Foi encontrado debaixo do tapete uma cédula de cinqüenta reais, que estava danificada ao meio, com semelhanças à cédula que o primeiro autor havia dado como forma de pagamento dos entorpecentes, sendo esta apresentada ao mesmo e este confirmou que seria a mesma cédula que havia entregado ao autor anteriormente como pagamento dos entorpecentes. No guarda roupas ainda foi encontrado um cinto de segurança, um talabarte em “y” e um capacete de cor laranja, que supostamente são de propriedade da empresa CONSTRUCAP, prestadora de serviço para a Mineradora Galvani, uma vez que segundo declarações de R. este trabalhou na referida empresa, e quando saiu pagou o valor de trezentos e cinqüenta reais pelos equipamentos, contudo não apresentou nenhum documento comprovando o pagamento dos citados equipamentos. Diante do exposto, os autores foram presos em flagrante delito e apresentados na delegacia de polícia civil, juntamente com os materiais e dinheiro descritos em campo próprio. A VOZ DO POVO.

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