O Tempo.

Atualizado: 23/04/2020 ás 14h: 25mim.

Apesar de ter alterado substancialmente a rotina da população de empresas e governos, a pandemia do novo coronavírus, ainda não abalou o calendário das eleições municipais nem as regras e condições para a disputa. A maioria dos Partidos Políticos e a Justiça Eleitoral, defendem que, se o pleito for adiado as datas oficiais de votação em primeiro e segundo turno, são 4 e 25 de outubro, respectivamente que o sejam por um curto período, evitando assim o prolongamento do mandato de Prefeitos e Vereadores eleitos em 2016. O fundo eleitoral no valor de R$ 2,035 bilhões também permanece por ora reservado para a campanha dos candidatos como defendem os principais partidos e não para uma nova função –o combate à pandemia, como pregam alguns isoladamente. O principal argumento ouvido pela reportagem nas últimas semanas foi o de que a atual crise mundial não pode servir de pretexto para a fragilização de um dos pontos fundamentais das democracias, a realização de eleições.  O TSE criou um grupo de trabalho para avaliar os impactos da pandemia no calendário eleitoral e até o momento não há indicativo de necessidade de adiamento. A próxima movimentação eleitoral significativa ocorre com as convenções partidárias, que definirão os candidatos, marcadas para o período de 20 de julho a 5 de agosto. A VOZ DO POVO.

 

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