Atualizado: 19/12/17.

De acordo com informações repassadas para a redação do site “A VOZ DO POVO” a “Policia Rodoviária Federal” e “GAECO” Grupo de Atuação Especial contra o Crime Organizado do Ministério Público, desencadeou uma grande operação na manhã desta terça-feira (19) por volta das 07h:00mim  em vários locais da cidade de Patrocínio. Os policiais estiveram na Rua Copo de Leite, nº 51 no “Condomínio Por do Sol” ainda de acordo com informações os policiais federais cumpriram  mandados de busca e apreensão de objetos das investigações. O alvos são chefes de departamento, delegados e investigadores da Polícia Civil que estariam envolvidos com diversos crimes a “Operação Fênix” conta com cinco promotores de Justiça e tem o apoio de 500 Policiais militares, Polícia Rodoviária Federal e agentes da Receita. Os mandados judiciais foram cumpridos nas cidades de Uberlândia, Uberaba, Araguari, Patos de Minas, Patrocínio, Monte Alegre de Minas, Passos, Pouso Alegre, Araxá e Belo Horizonte, todas no estado de Minas Gerais, além de Cascavel/PR e Cuiabá/MT. Matéria em atualização. A VOZ DO POVO.

“NOTA DE IMPRENSA”

No dia 19 de dezembro de 2017, a unidade regional de Uberlândia do GAECO (Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado) deflagrou, em 12 (doze) cidades de 3 (três) estados da federação, a megaoperação FÊNIX. FÊNIX é um pássaro da mitologia grega que, quando morria, entrava em autocombustão e, passado algum tempo, renascia das próprias cinzas. A megaoperação FÊNIX contemplou o cumprimento de 200 (duzentos) mandados de prisão preventiva expedidos contra 136 (cento e trinta e seis) pessoas1, 121 (cento e vinte e um) mandados de busca e apreensão e 4 (quatro) mandados de condução coercitiva. Participaram da operação 5 (cinco) Promotores de Justiça, 3 (três) auditores da Receita Estadual, 500 (quinhentos) Policiais Militares e 150 (cento e cinquenta) Policiais Rodoviários Federais, sendo utilizadas 2 (duas) aeronaves e 150 (cento e cinquenta) viaturas. Os mandados judiciais foram cumpridos nas cidades de Uberlândia, Uberaba, Araguari, Patos de Minas, Patrocínio, Monte Alegre de Minas, Passos, Pouso Alegre, Araxá e Belo Horizonte, todas no estado de Minas Gerais, além de Cascavel/PR e Cuiabá/MT. Dentre as 136 (cento e trinta e seis) pessoas investigadas cujas prisões preventivas foram decretadas encontram-se 10 (dez) Delegados de Polícia – sendo 3 (três) Chefes de Departamento e 1 (uma) Delegada Regional, 2 (dois) Escrivães de Polícia, 45 (quarenta e cinco) Investigadores de Polícia e 7 (sete) Advogados. As Delegacias Regionais de Polícia Civil de Uberlândia/MG e Araguari/MG foram objeto de buscas, as quais contaram com o apoio da Receita Estadual de Minas Gerais. A megaoperação FÊNIX se divide em três operações distintas, a saber.

Operação ALIBABA.

Decorrente da Operação Zeus, deflagrada pela Polícia Civil de Minas Gerais em setembro de 2015, consta de duas denúncias em que são imputadas a prática dos seguintes crimes:

– Associação para o Tráfico de Drogas;

– Tráfico Ilícito de Entorpecentes;

– Associação Criminosa;

– Obstrução de Justiça;

– Receptação;

– Adulteração de Sinal Identificador de Veículo Automotor;

– Fraude Processual;

– Corrupção Passiva;

– Corrupção Ativa.

Operação OUROBOROS.

Segunda fase da Operação 100 Anos de Perdão, consta de 7 (sete) denúncias em que são imputadas as seguintes infrações penais:

– Roubo Agravado (Emprego de Arma, Concurso de

Pessoas e Restrição da Liberdade das Vítimas);

– Organização Criminosa;

– Associação para o Tráfico de Drogas;

– Tráfico Ilícito de Entorpecentes;

– Falsidade Ideológica;

– Porte e Comércio Ilegais de Armas de Fogo.

Operação EFÉSIOS, 4:28.

A operação EFÉSIOS, 4:28, decorre de acordos de colaboração premiada firmadas pelo GAECO de Uberlândia. Contempla 19 (dezenove) denúncias em que são imputados os seguintes delitos:

– Organização Criminosa;

– Associação Criminosa;

– Corrupção Ativa;

– Corrupção Passiva;

– Tráfico Ilícito de Entorpecentes;

– Porte e Posse Ilegal de Arma de Fogo;

– Falsidade Ideológica;

– Estelionato;

– Receptação Qualificada;

– Falso Testemunho;

– Prevaricação.

Uberlândia, 19 de dezembro de 2017.”

 

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