Atualizado: 12/03/2020
Nos meses que antecedem as eleições municipais, a Delegacia Regional de Polícia Civil, intensifica a fiscalização de notícias, enquetes e chats falsos, para evitar que “apoiadores” ou “candidatos” utilizem desses artifícios “antes” e “durante” a campanha de prefeitos e vereadores. Além da fake news, as conhecidas notícias falsas, a Polícia Civil estará investigando denúncias de outras ferramentas, como as enquetes que circulam em redes sociais e aplicativos de celular. Lembrando que este tipo de pesquisa eleitoral não é registrada junto ao Tribunal Superior Eleitoral e não tem valor científico, uma vez que existem várias possibilidades de manipular o resultado, levando em consideração a existência de “perfis falsos” que votam e o próprio direcionamento político de quem cria e divulga essa ferramenta. Outro artifício que tem preocupado as autoridades é o “fake chat”, que simula e altera o conteúdo de uma conversa entre usuários de aplicativo do celular e posteriormente compartilha essas informações. Os caso estão sendo investigado pela Delegacia Regional de Polícia Civil e posteriormente serão encaminhadas ao Ministério Público e Poder Judiciário. A VOZ DO POVO.










No caso das pesquisas como pesquisas feitas por sites da cidade mostrando a intenção da população, esses também serão proibidos? Ou seja não pode divulgar a intenção dos possíveis que estão pensando em entrar na disputa?
Olá boa tarde,
Então referente as pesquisa eleitoral, toda pesquisa de intenção de votos realizada, tem que ter o registrada do Tribunal Superior Eleitoral, para não existir possibilidades de manipular o resultado, isso segundo o Tribunal Superior Eleitoral. O Tribunal Superior Eleitoral alega que as pesquisa eleitoral registrada no órgão, tem que tem valor científico.