Atualizado: 29/03/2024 ás 15h:51mim.
Em Guimarânia, uma Mãe de uma criança de 8 anos iniciou uma Ação Judicial, acusando uma Professora de 42 anos de uma escola municipal da cidade, onde sua filha de 8 anos de idade estuda por perseguição e constrangimento. A situação escalou quando a Direção da escola solicitou a Mãe que a sua filha não comparecesse à aula no dia do aniversário do filho da Professora, que é colega de classe da filha da requerente. A Mãe busca responsabilizar na justiça tanto a Professora, a instituição e o município. Conforme o Boletim de Ocorrência, ao qual o site A VOZ DO POVO teve acesso, a Mãe alega que sua filha vem sofrendo perseguição há mais de um ano por parte da Professora, incluindo episódios anteriores de violência física, psicológica, moral e material.
Veja o vídeo: Reportagem do Jornal Cidade Alerta Minas e Jornal Paranaíba, cedida ao site A VOZ DO POVO. Expressamos nosso sincero agradecimento à emissora.
- Nota do Município
Considerando as notícias que vêm sendo veiculadas nos últimos dias, envolvendo a Escola Municipal Monsenhor Sebastião Fernandes, vem a Secretaria Municipal de Educação a público esclarecer que todas as providências cabíveis, neste momento, visando o esclarecimento dos fatos, estão sendo envidadas. Assim sendo, por cautela, já houve a remoção da servidora para outro educandário, bem como solicitação de abertura de Processo Administrativo Disciplinar uma vez que o bem estar de todas as crianças é, como sempre foi e continuará sendo, nossa única prioridade. Nesta oportunidade, lamentamos profundamente que a Escola Municipal Monsenhor Sebastião Fernandes, a qual sempre inspirou respeito e admiração de toda a sociedade guimaranense, esteja sendo exposta de forma desnecessária, notadamente pelo fato de que tal exposição é extremamente prejudicial aos alunos e ao bom andamento das atividades escolares.
A Mãe detalha que no início da semana, a Diretora pediu que a sua filha não fosse à escola durante a celebração do aniversário do filho da Professora, justificando que a ausência seria devido a conflitos entre a criança e a docente. Inicialmente a Mãe concordou com o pedido da Diretora, mas posteriormente reconsiderou, sentindo discriminação e impropriedade na situação. Após consultar um Advogado, a Mãe decidiu enviar a sua filha à escola no dia da festa, comunicando sua decisão à Diretora. A Diretora informou que a menina poderia comparecer, pois a festa havia sido cancelada. No entanto, a Mãe relata que a sua filha se sentiu constrangida, pois todos os colegas trouxeram presentes para o coleguinha aniversariante. A Mãe apresentou à Polícia Militar gravações de suas conversas com a Diretora, nas quais a gestora confirmava que a aluna poderia assistir às aulas, pois não haveria mais comemoração. Outras gravações foram mencionadas no Boletim de Ocorrência como evidência. Segundo as informações repassas ao site A VOZ DO POVO a Mãe já entrou com Ação Judicial por Discriminação contra a Professora, a Escola e o Município de Guimarânia, enfatizando seu desejo de evitar que outras crianças passem por situações semelhantes.
A VOZ DO POVO.
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