Atualizado: 24/05/2022.

         A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) emitiu nota em que reforça a necessidade de adoção de medidas “não farmacológicas” para conter o avanço da varíola do macaco. Entre as ações citadas pelo órgão estão o distanciamento físico, uso de máscaras de proteção e higienização frequente das mãos, em aeroportos e aeronaves, para retardar a entrada do vírus no Brasil.

          A varíola de macaco é uma doença pouco conhecida porque a incidência é maior na África. Até o momento, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS) há 131 casos confirmados de varíola dos macacos, registrados fora do continente africano e 106 outros casos suspeitos, desde que o primeiro foi relatado em 7 de maio.

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