Atualizado: 23/07/19.

No último ciclo produtivo o banco desembolsou quase a totalidade do limite destinado pelo Funcafé. As empresas e cooperativas mineiras ligadas à produção, beneficiamento e comercialização do café já podem solicitar financiamento ao Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais (BDMG), para ter acesso aos recursos do  Fundo de Defesa da Economia Cafeeira (Funcafé) para o ano safra 2019/2020. O limite de desembolso pelo banco é de R$ 255 milhões para o período. Na safra anterior, o BDMG conseguiu contratar 99,5% do limite destinado pelo Funcafé às empresas e cooperativas mineiras, o maior percentual desde que o banco passou a operar os recursos do fundo, em 2014. Com o resultado, a instituição passou de oitavo para o quinto maior operador do Funcafé no país. “Para esta safra, esperamos manter este patamar elevado, consolidando ainda mais a participação do banco no financiamento a uma das cadeias de valor mais estratégicas para economia mineira. Para isso, temos um portfólio de linhas diversificado, adequado às necessidades do setor cafeeiro, e com condições competitivas”, afirma o presidente do banco, Sergio Gusmão.

Linhas de Créditos

Serão três linhas de crédito operadas pelo BDMG dentro do Funcafé. A primeira é destinada à comercialização (estocagem) e tem como alvo cafeicultores e suas cooperativas de produção agropecuária, com prazo de um ano para pagar. A segunda linha é para aquisição do café, também com prazo de 12 meses para quitação, e que tem como alvo as indústrias torrefadoras e de café solúvel, beneficiadores e exportadores, além de cooperativas que fazem torrefação, beneficiamento e exportação. O terceiro produto é para financiamento de capital de giro para cooperativas de produção e para indústria de café solúvel e de torrefação, com 24 meses de prazo para pagamento. A VOZ DO POVO.

 

 

 

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