Atualizado: 07/08/2026 ás 16h:19mim.
O Brasil vive um momento delicado no setor de fertilizantes. A escassez mundial de enxofre e a disparada dos preços internacionais pressionam a produção de fosfatados, afetando diretamente o agronegócio nacional. O reflexo chega às lavouras, ao planejamento das safras e à capacidade do país de garantir alimentos produzidos com insumos locais. Diante desse cenário, a EuroChem intensificou sua articulação com entidades do setor, instituições e o Governo Federal. As discussões envolvem alternativas de fornecimento, condições de importação e medidas de estímulo à produção interna. A meta é clara: assegurar a continuidade das operações e reduzir a vulnerabilidade do Brasil frente à falta de um insumo estratégico.
Enquanto as negociações avançam, a empresa avalia diferentes caminhos, todos voltados a preservar a unidade de Serra do Salitre, manter o atendimento ao mercado e proteger os empregos. Nenhuma decisão definitiva foi tomada até agora, já que os próximos passos dependem da resposta do Governo e da evolução do mercado internacional. A planta de Serra do Salitre segue ativa, com manutenção dos ativos e foco na produção para os clientes. Em apenas dois anos de operação no país, a EuroChem está em fase de expansão. Nesse processo, ajustes em projetos e frentes de trabalho fazem parte da rotina e não têm relação direta com a conjuntura atual.
A companhia reforça que seus empregados são sempre os primeiros a serem informados e mantém diálogo permanente com Sindicatos, autoridades e comunidades locais. Qualquer definição será comunicada internamente antes de chegar ao público externo. O investimento em Serra do Salitre continua firme. A unidade foi concebida para produzir fertilizantes fosfatados com minério brasileiro e justamente por isso o abastecimento de matéria-prima exige uma resposta nacional consistente.
A VOZ DO POVO.









